notas editoriais #05
o blog, se pensa !?.
Creio que SIM
Passei a chamar esta ação sobre o conteúdo e a estética do blog, de *notas editoriais*. Continuar lendo notas editoriais #05
o blog, se pensa !?.
Creio que SIM
Passei a chamar esta ação sobre o conteúdo e a estética do blog, de *notas editoriais*. Continuar lendo notas editoriais #05
que 2026 se saiba
um corpo
de pulsos próprios
atravessando
continuando
inventando mundos
sem pedir licença
ao medo Continuar lendo Continue em 2026
Confiar é quando o corpo encontra apoio para continuar,
mesmo quando o chão ainda se move e o passo só tateia.
O vínculo sustenta o vir-a-ser, e o gesto avança como vida compartilhada.
Sob o texto, o subsolo trabalha:
a clínica que me sustenta, a investigação viva,
ziguezagueando entre autores que caminham comigo. Continuar lendo Confiar
Ensaio sobre o corpo que se regula no mundo pela respiração: impedimentos como arranjos biográficos de proteção, pássaros como arquitetura da continuidade e o gesto de inspirar como risco e chance de ampliar a vida por dentro — mesmo quando o limite aperta. Continuar lendo Respirar como corpo de passagem de ar
Um ensaio que nasce entre corpo, cidade e jardim. Inspirado pelo hormônio C₂H₄, o texto transforma o gesto de caminhar em clínica e o de cultivar em pensamento. A Casa Planta aparece como território vivo — rizomático, nômade e respirante — onde corpo, palavra e paisagem amadurecem juntos. Continuar lendo C₂H₄: corpos de amadurecimento
Entre casa e rede, a clínica se reinventa: afeto que circula, limites que sustentam, ruídos que tecem pertencimento. Uma arquitetura do comum feita de madeira, barro e mãos que se sujam. Continuar lendo Arquitetura do comum
Como uma sanfona, o encontro respira: abre janelas, encarna saberes, costura presenças. O uníssono aqui não é o mesmo — é plural que se improvisa, arrastão de pesquisa que transforma o acaso em elo, a dobra em síntese. No gesto de expandir e recolher, o grupo inventa modos de pertencimento, afinando suas redes pelo fôlego do comum. Continuar lendo Sanfona de nós e dobras
Uma carta aberta sobre o caminhar e o escrever como práticas de escuta e presença. Entre Deleuze, Careri e as ruas do cotidiano, sugiro um novo modo de atravessar o blog — feito à mão, atento ao vento e às surpresas da pesquisa.
Continuar lendo Nossos modos nômades
Encontro de trocas na Sala 41: roupas, gestos e histórias como práticas de presença. Entre adultos e crianças, o corpo aprende a imitar e variar — vestir e despir como exercício de vínculo. Continuar lendo Vestido para trocas
Escutar é corpo.
Narrar é gesto.
Castro escreve como quem recolhe presenças — sem pressa, com atenção. Continuar lendo Jornalismo sobre pessoas