Compor COM
Carta, vídeo, blog e garrafas ao mar: correspondentes e suportes, para assimilar o gesto. “Compor com” é escrever com alguém, não sobre alguém — o entre-corpo onde a resposta nos escreve de volta. Continuar lendo Compor COM
Carta, vídeo, blog e garrafas ao mar: correspondentes e suportes, para assimilar o gesto. “Compor com” é escrever com alguém, não sobre alguém — o entre-corpo onde a resposta nos escreve de volta. Continuar lendo Compor COM
Três dias atravessam o corpo: celebrar dezenove anos de paternidade, despedir-se de um pai querido e sustentar o cuidado que continua. A casa onde um filho nasceu volta a ser lugar de encontro e de recomeço.
Entre o luto e a alegria, caminhar mantém o mundo em movimento dentro de nós. O texto acompanha esse percurso pela cidade, pelos vínculos e pelas memórias que insistem em viver.
Saúde é rio: seguir adiante é o que preserva o que importa. Continuar lendo Pele Crua de passagem, uma vigília Pagã
Como uma sanfona, o encontro respira: abre janelas, encarna saberes, costura presenças. O uníssono aqui não é o mesmo — é plural que se improvisa, arrastão de pesquisa que transforma o acaso em elo, a dobra em síntese. No gesto de expandir e recolher, o grupo inventa modos de pertencimento, afinando suas redes pelo fôlego do comum. Continuar lendo Sanfona de nós e dobras
Compostura é esse gesto silencioso em que o corpo aceita morrer um pouco para continuar vivo. No intervalo entre ruína e recomposição, algo se desfaz para adubar o que virá. O que fede também é vida: matéria voltando a agir por dentro.
Na depressão, o corpo entra num intervalo espesso: nada quer, mas ainda continua. É a suspensão em que o desejo perde temperatura e a forma se desfaz devagar. A compostura acompanha esse escuro — não explica, não apressa, só sustenta o gesto que tenta voltar a viver. Continuar lendo Composteira do fim das ilusões ou depressão
Encontro de trocas na Sala 41: roupas, gestos e histórias como práticas de presença. Entre adultos e crianças, o corpo aprende a imitar e variar — vestir e despir como exercício de vínculo. Continuar lendo Vestido para trocas
Vivian Lee nasceu em Nova York é filha de uma Panamenha e um Australiano, cresceu e viveu nos EUA e na Africa, mas foi no Brasil, passando pelo Rio de Janeiro que entendeu onde seria o seu lar. Continuar lendo Cidadã do mundo
Escutar é corpo.
Narrar é gesto.
Castro escreve como quem recolhe presenças — sem pressa, com atenção. Continuar lendo Jornalismo sobre pessoas
Ficar em estado de recolhimento
inventar os modos disso ou aquilo
ambientar-se
processar, editar Continuar lendo Ficar em casa