Ruptura
Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Confiar é quando o corpo encontra apoio para continuar,
mesmo quando o chão ainda se move e o passo só tateia.
O vínculo sustenta o vir-a-ser, e o gesto avança como vida compartilhada.
Sob o texto, o subsolo trabalha:
a clínica que me sustenta, a investigação viva,
ziguezagueando entre autores que caminham comigo. Continuar lendo Confiar
Como uma sanfona, o encontro respira: abre janelas, encarna saberes, costura presenças. O uníssono aqui não é o mesmo — é plural que se improvisa, arrastão de pesquisa que transforma o acaso em elo, a dobra em síntese. No gesto de expandir e recolher, o grupo inventa modos de pertencimento, afinando suas redes pelo fôlego do comum. Continuar lendo Sanfona de nós e dobras