Arquitetura do comum
Entre casa e rede, a clínica se reinventa: afeto que circula, limites que sustentam, ruídos que tecem pertencimento. Uma arquitetura do comum feita de madeira, barro e mãos que se sujam. Continuar lendo Arquitetura do comum
Entre casa e rede, a clínica se reinventa: afeto que circula, limites que sustentam, ruídos que tecem pertencimento. Uma arquitetura do comum feita de madeira, barro e mãos que se sujam. Continuar lendo Arquitetura do comum
Como uma sanfona, o encontro respira: abre janelas, encarna saberes, costura presenças. O uníssono aqui não é o mesmo — é plural que se improvisa, arrastão de pesquisa que transforma o acaso em elo, a dobra em síntese. No gesto de expandir e recolher, o grupo inventa modos de pertencimento, afinando suas redes pelo fôlego do comum. Continuar lendo Sanfona de nós e dobras
“Cinco exercícios, dois cachorros e uma coluna: entre espinhos, vísceras e ondulações, um relato sobre o corpo que aprende a esperar-se e a se mover com o mundo.” Continuar lendo Pinçar Coluna de Ouriço
Ela me escreve Ela me escreve com saudade da língua materna e de ouvir o sotaque da sua terra natal. Diz querer notícias do povo lá de casa — mas o que mais importa é poder conversar sobre o que lhe acontece no entre: entre lá e cá, entre os territórios. Traduz, em silêncio, o que escuta em diferentes línguas. Descreve com beleza os encaixes … Continuar lendo alfabetos nômades (ela)
Ninguém nasce humano, se torna um. Em nossos primeiros momentos de vida, aspectos como preferências pessoais e hábitos cotidianos não existem. Tais características, que modelam nossos corpos nas diferentes culturas, são assimiladas e anatomizadas ao longo de toda a nossa existência, este é um processo contínuo que nos confere uma natureza humana. Continuar lendo o humano em nós
Desde uma simples tarefa da vida cotidiana há uma organização corporal envolvendo formas de pensar, de conhecer, de sentir, de perceber o mundo e agir nele. Continuar lendo vida diária