Cais
Amanheço cais,
borda de maré,
plataforma de chegadas e partidas.
Um porto que não é muro.
É pele que recebe, não repele.
É chão no mar, não é barco.
É presença que permanece. Continuar lendo Cais
Amanheço cais,
borda de maré,
plataforma de chegadas e partidas.
Um porto que não é muro.
É pele que recebe, não repele.
É chão no mar, não é barco.
É presença que permanece. Continuar lendo Cais
Um ensaio que nasce entre corpo, cidade e jardim. Inspirado pelo hormônio C₂H₄, o texto transforma o gesto de caminhar em clínica e o de cultivar em pensamento. A Casa Planta aparece como território vivo — rizomático, nômade e respirante — onde corpo, palavra e paisagem amadurecem juntos. Continuar lendo C₂H₄: corpos de amadurecimento