Ruptura
Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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No meio da caminhada, entre o passo e o silêncio, abre-se um espaço invisível: o intervalo. É ali que o corpo aprende a escutar o que hesita, o ruído bruto que precede a forma, a respiração que redesenha o chão. A clínica entra não no movimento, mas na pausa — no desvio, no tropeço, na cartografia do corpo-vibrátil que se expõe ao mundo.
Tags: Continuar lendo Topografia do Intervalo
Entre forma e desvio, o corpo se lê e se reescreve. Este texto propõe uma arqueologia do gesto: o psicólogo como pesquisador do comportamento enquanto trama biológica, social e simbólica; o analista corporal como leitor da anatomia viva; e a clínica como espaço de desvio — um klinâmen onde o corpo reencontra sua própria invenção. Inspirado em Regina Favre, Suely Rolnik e Epicuro, o ensaio habita o território vivo da escuta, onde pensar é acompanhar o movimento mínimo que faz nascer o novo. Continuar lendo O corpo como leitura do mundo