Ruptura
Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Uma carta aberta sobre o caminhar e o escrever como práticas de escuta e presença. Entre Deleuze, Careri e as ruas do cotidiano, sugiro um novo modo de atravessar o blog — feito à mão, atento ao vento e às surpresas da pesquisa.
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Escutar é corpo.
Narrar é gesto.
Castro escreve como quem recolhe presenças — sem pressa, com atenção. Continuar lendo Jornalismo sobre pessoas