Ruptura
Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Ruptura não é queda.
É convite.
É a dobra onde a vida reaprende a respirar
e se reconhece em outra forma.
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Compostura é esse gesto silencioso em que o corpo aceita morrer um pouco para continuar vivo. No intervalo entre ruína e recomposição, algo se desfaz para adubar o que virá. O que fede também é vida: matéria voltando a agir por dentro.
Na depressão, o corpo entra num intervalo espesso: nada quer, mas ainda continua. É a suspensão em que o desejo perde temperatura e a forma se desfaz devagar. A compostura acompanha esse escuro — não explica, não apressa, só sustenta o gesto que tenta voltar a viver. Continuar lendo Composteira do fim das ilusões ou depressão
“Cinco exercícios, dois cachorros e uma coluna: entre espinhos, vísceras e ondulações, um relato sobre o corpo que aprende a esperar-se e a se mover com o mundo.” Continuar lendo Pinçar Coluna de Ouriço