ALEGRIA
A cartografia é a clínica quando ela decide escrever. Continuar lendo ALEGRIA
A cartografia é a clínica quando ela decide escrever. Continuar lendo ALEGRIA
Quando a decisão volta para dentro, o tempo alarga, o chão aparece, e o desejo deixa de esperar sentença.
Respirar torna-se gesto de centro.
Continuar lendo Escolher
Maturidade é solidão.
Esse é o corpo adulto: ambiente onde a escolha é intransferível. Continuar lendo ADULTOS
Há passados que viram músculo.
Outros, respiração.
Alguns se tornam silêncio
bem colocado ou não. Continuar lendo MEMÓRIA
Quando escuto com atenção, percebo que a autonomia não nasce contra a dependência. Nasce a partir dela. Continuar lendo AUTONOMIA
Uma coisa é o que fazer e como fazer. Outra coisa é a expectativa colocada sobre o que é mudar. Continuar lendo … continuidades mínimas #2
Um dado de tempo.
Uma ação de estar presente.
tempo sem contagem
chão ágil. Continuar lendo ACONTECE
o blog, se pensa !?.
Creio que SIM
Passei a chamar esta ação sobre o conteúdo e a estética do blog, de *notas editoriais*. Continuar lendo notas editoriais #05
…o que faço com isso tudo? Continuar lendo caderno peripatético #02
“estou tentando melhorar” Continuar lendo caderno peripatético #01
a garganta no meio
do tempo,
faz do ar um corredor estreito,
som pedindo passagem em silêncio. Continuar lendo DESENGASGAR
Não é preciso decidir sempre no agora.
Há instantes em que o mais vivo
é apenas permanecer
num ponto
sem se apertar apertado. Continuar lendo … continuidades mínimas
força demais para não cair,
bordas duras para seguir vivo,
desconhecer até onde pode ir,
sustentar excessos sem apoio,
fazer músculos para não tremer,
agregar à forma atrito e dureza.
Continuar lendo RIGIDEZ
Andar não é deslocar o corpo no espaço.
É deixar que o chão entre na decisão.
O passo acontece antes do plano.
O peso migra.
O eixo ajusta.
O corpo aprende com o que encontra.
Não há linha reta.
Há micro-correções contínuas,
um acordo silencioso entre pé e mundo. Continuar lendo ANDAR
que 2026 se saiba
um corpo
de pulsos próprios
atravessando
continuando
inventando mundos
sem pedir licença
ao medo Continuar lendo Continue em 2026
Escutar não é captar um som.
É permitir que algo toque o corpo
antes de virar entendimento.
O som chega como pressão no ar,
como variação mínima que pede passagem.
Antes da palavra,
há um ajuste —
um inclinar-se interno,
quase imperceptível.
Dançar a passagem.
Um eu-corpo que se entende enquanto se move —
sem projeto, sem forma final.
O tempo dobra em sanfona,
o som estremece,
e a presença aprende a continuar.
Às vezes a tristeza não é falha interna,
é campo estreito.
Dançar reabre circulação,
devolve ritmo e borda ao corpo.
Quando há resposta,
o vivo volta a aparecer.
Continuar lendo Dançar
há corpos que entristecem
não por falta de força,
mas por falta de território.
há corpos que passam tempo demais debaixo da terra,
em silêncio, aprendendo a suportar peso, calor,
escassez de resposta.
não é fraqueza — é maturação invisível. Continuar lendo Circular
ler o corpo
já é um gesto
de quem não se ocupa em explicar
o tempo está ali
na maneira como o afeto circula
sem precisar de legenda Continuar lendo Frescor
Desacelerar
para afirmar diferenças,
posicionar interesses,
receber o volume do vivido
e sustentar a
intimidade
com o que pulsa sem roteiro. Continuar lendo Desacelerar – ou “o dezembro dos encontros”